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Assédio moral contra os países do sul

por Ana Gabriela A. S. Fernandes, em 05.07.16

Gostei de saber ontem, numa reportagem da TVI e numa entrevista a Isabel Moreira na TVI24, que o assédio moral foi recentemente criminalizado e integrado no crime mais amplo da perseguição.

Nesta criminalização já vamos com um atraso de uma década relativamente a outros países europeus, mas isto também se explica culturalmente. Não aturámos pacificamente o assédio moral do anterior governo?, dos discursos do anterior PM?, das conferências de imprensa de Gaspar e de Albuquerque?

Agora assistimos, nós e a Espanha, a uma pressão política ilegítima da CE e do Eurogrupo. A Espanha está em negociações para formar governo, Portugal tem um governo recente.


O assédio moral implica uma perseguição reiterada, é o que temos vindo a sofrer da CE e das intervenções dos comissários e do presidente do Eurogrupo, desde o início do novo governo. 

O assédio moral implica um agressor e uma vítima, uma relação de poder e dependência, força e fragilidade.

O assédio moral tem um objectivo, neste caso é político: um governo conservador na Espanha e uma mudança de governo em Portugal.

  

Esta demonstração de força da CE revela, na realidade, uma fraqueza: vendo-se impotente para lidar com o Brexit, uma ferida aberta no coração da UE, tenta mostrar a sua força onde pode bater, ou seja, nos mais fracos.

Já vimos o que fizeram ao povo grego, apesar do povo grego referendar a vontade de permanecer na UE. A humilhação que lhes foi infligida teve todos os ingredientes do assédio moral. E do double bind, estratégia de manipulação que anula e fragiliza.


Se a CE e o Eurogrupo continuarem nesta perseguição ilegítima, a quem podemos recorrer? Há algum mecanismo que nos possa defender? Exactamente, é este o perigo de estar integrado numa UE que não respeita as regras dos tratados (igualdade) nem tem a noção de equilíbrio, de colaboração e de oportunidade.

Uma comunidade pressupõe ainda a noção de bem comum. Ora, prejudicar Portugal e Espanha, assim como a Grécia, também é prejudicar os restantes países da zona euro.


Talvez o Brexit revele a resposta das populações esquecidas pela centralização do poder e pela globalização que agravou o desequilíbrio na distribuição dos recursos (aumento exponencial das desigualdades sociais).

 

 

 

 

 

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publicado às 20:18

A afirmação de um governo de esquerda no contexto europeu actual

por Ana Gabriela A. S. Fernandes, em 21.05.16

 

 

Esta semana foi muito rica em surpresas, umas boas outras más.

As boas primeiro:

- o ministro da Educação, apesar de enxovalhado pelos lóbis da Escola ponto, revela-se um verdadeiro gestor político com uma visão ampla e clara da Escola Pública e da Educação;

- o governo, apesar de pressionado por Bruxelas, revela-se um verdadeiro governo com uma estratégia política e económica para o país;

- o PM, apesar das tentativas de o fragilizarem e/ou manipularem psicologicamente, revela-se um líder político com inteligência, maturidade e diplomacia eficaz. Afinal, já se tinha revelado como o negociador.

 

Agora as más:

- a Escola ponto não arreda pé, quer continuar a ser sustentada pelo contribuinte. Tem-se mantido até hoje desviando turmas da Escola Pública, dada a curva descendente demográfica da população estudantil e da emigração de casais em idade fértil. O argumento da sua sustentabilidade financeira não pode, pois, ser considerado, uma vez que já estava a furar a lei. E o argumento da crise social ainda menos, pois em crise social permanente tem vivido a Escola Pública desde Maria de Lurdes Rodrigues até Crato;

- Bruxelas e as suas estranhas personagens desdobram-se em conferências de imprensa tentando manipular e condicionar os cidadãos europeus, desta vez Espanha com eleições à porta, e Portugal, que funciona com um governo de esquerda. O aviso é claro: para ser aceite por Bruxelas, o governo deve ser de direita. Estas personagens perderam a credibilidade política, se é que que alguma vez a tiveram. Não são eleitos por ninguém, ninguém os conhece. Além disso, o seu discurso é medíocre e repetitivo. O poder destas personagens é ilegítimo e, por isso mesmo, perigoso;

- qualquer tentativa de fragilização do PM, neste contexto europeu e nacional, é prejudicial para a Europa em primeiro lugar, pois, com a Itália e a Grécia, somos um exemplo de excepção à regra da tendência da viragem à direita e até de extremismos de direita, e para o país em segundo lugar, pois vamos precisar de toda a margem de manobra política que conseguirmos para enfrentar os obstáculos que Bruxelas nos prepara e os desafios que a economia nos vai colocando à frente.

 

 

De onde se conclui que a afirmação de um governo de esquerda no contexto europeu actual é uma insolência ameaçadora para as personagens da Europa das estrelinhas - CE, Eurogrupo e outros sótãos e caves de Bruxelas - como insolente e ameaçadora é a própria democracia.

Lembram-se do que aconteceu à Grécia e que estas personagens nos fazem questão de lembrar? E apesar das humilhações que sofreu, a Grécia ainda acolheu milhares e milhares de refugiados? É na gestão desta crise humanitária que se vê a cultura e a  fibra de um povo.

No norte e centro da Europa vimos fronteiras a fechar-se. Bruxelas teve a indescritível ideia de pagar à Turquia para receber muitos de volta e os que continuam a vir. Por aqui se vê a cultura e a natureza da Europa política actual.

Espanha é agora o próximo território de ensaio da manipulação de Bruxelas. Dependendo dos resulatdos eleitorais se verá a próxima estratégia.

Daí a importância do governo português se manter intacto e determinado, pois vai precisar de toda a sua legitimidade política para se continuar a afirmar neste contexto adverso. 

 

 

 

 

 

publicado às 10:03

A dupla responsabilidade da esquerda actual

por Ana Gabriela A. S. Fernandes, em 07.05.16

 

 

 

A dupla responsabilidade da esquerda actual:

1 - governar o país dentro dos constrangimentos que nos condicionam a economia, enfrentando os desafios que a CE irá colocar à nossa frente;

2 - livrar-nos deste PSD e deste CDS pois ninguém lhe perdoaria colocar em risco a actual maioria de esquerda e entregar-nos nas mãos dessas personagens e da sua cultura obsoleta.


Quando a comunicação social dá voz a quem só quer destruir o actual equilíbrio possível no poder para nos pôr o pé em cima de novo, percebemos que não podemos confiar em tudo o que vemos e ouvimos na televisão.


Felizmente temos um Presidente inteligente e perspicaz que entende que a democracia respira no movimento - negociações e acordos - e no equilíbrio - compromissos e decisões.


E a democracia ainda é a melhor fórmula para uma organização social, política e económica saudável, dinâmica e equilibrada.

 

 

Post publicado em A Vida na Terra.

 

 

publicado às 10:51

Colaborar, cada um no seu lugar e no seu papel, para que tudo dê certo

por Ana Gabriela A. S. Fernandes, em 17.03.16

A vida por vezes surpreende-nos, situações e circunstâncias que não conseguimos explicar. Anos mais tarde lembramos um olhar, uma frase, uma entoação, e a situação adquire um novo sentido e importância.

 

Antes procurava a lógica e o significado de tudo, não descansava enquanto não conseguisse descobrir uma explicação, uma interpretação. Agora é a situação que se revela a pouco e pouco, como um ecrã sensível e interactivo. É assim na vida pessoal, na vida da comunidade mais próxima e nas notícias que chegam diariamente do país e do mundo pelos diversos meios.

 

É por isso que já não consigo ouvir os comentários políticos, por exemplo. A maior parte dessas frases pomposas não faz sentido na nova cultura política que já nos rodeia. E se não valem como interpretação da realidade actual, também não valem como narrativa que se quer substituir à realidade.

É por isso também que já não me interessam as ideologias políticas. O PSD redescobriu a social democracia? Risível. O CDS redescobriu a sua alma democrata cristã? Risível. Até o PAN que está a dar os primeiros passos na experiência dos debates na AR se revela mais credível porque definiu e manteve a sua marca registada. 

 

Quais são agora as nossas prioridades como cidadãos deste país? Colaborar, cada um no seu lugar e no seu papel, para que tudo dê certo. Refiro-me ao orçamento, à economia, ao equilíbrio de poderes social e económico, à fiscalização da actividade financeira. Tudo o que determinará a relação de poder com a CE e o Eurogrupo.

 

Para já, as circunstâncias são-nos favoráveis, as principais instituições da gestão política colectiva, governo e Presidência, revelam a inteligência e a cultura do séc. XXI, da colaboração. 

A nossa auto-estima como país também levou uma refrescadela, o que muito ajuda. Os acontecimentos felizes que para isso contribuíram foram: a visita de Bento XVI em Maio de 2010; o perfil e o papel do Papa Francisco; os resultados das últimas legislativas que permitiram uma nova solução governativa e a candidatura de Marcelo à presidência.

Aproveitemos bem estas circunstâncias de modo a estarmos preparados para lidar com os desafios que valem a pena.

 

 

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publicado às 21:35

Como lidar com a cultura autoritária da CE e do Eurogrupo?

por Ana Gabriela A. S. Fernandes, em 08.03.16

A CE e o Eurogrupo nunca poderiam permitir que um orçamento que segue uma orientação diferente da austeritária pudesse funcionar. Para boicotar essa possibilidade utilizaram várias estratégias, ao nível interno, através do PSD e do CDS, e ao nível internacional, através da vinda da troika e dos avisos das agências de rating. Finalmente, ao falharem estas linhas da frente, resolveram bater o pé na comissão e no Eurogrupo.


Qual é o argumento do comissário e do presidente do Eurogrupo? Nós é que definimos a necessidade de medidas adicionais que têm mesmo de ser implementadas. Será este argumento razoável? Não. Trata-se da continuação da cultura autoritária da CE e do Eurogrupo.


Há esperança, no entanto, para o nosso pequeno país plantado no oeste da Europa. Pela primeira vez em democracia temos uma cultura de colaboração entre o governo e o Presidente e, em breve, entre as diversas instituições públicas. Esta cultura é fundamental para que tudo funcione melhor.


Sabe bem ver, para variar, que estamos a navegar de novo à frente, a absorver o ar fresco de quem vai à frente, a aprender a viver no séc. XXI, na cultura própria do séc. XXI, no seu ritmo próprio. Os jovens começarão a ver as suas ideias aproveitadas e valorizadas. Veremos equipas heterogéneas, em idade e formação, funcionar em todas as áreas do conhecimento e da tecnologia. E, se tudo correr mesmo bem, as mulheres verão os seus salários equiparados aos dos homens. Seremos, para variar, um exemplo a seguir.

 

 

 

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publicado às 15:20

O grande desafio de um governo de esquerda

por Ana Gabriela A. S. Fernandes, em 24.10.15

Teremos tido alguma vez, desde o início da normalização democrática, um verdadeiro governo de esquerda?

Que representasse a vontade dos eleitores, contemplasse uma gestão política e económica responsável e conseguisse o equilíbrio entre finanças públicas, economia real, qualidade de vida das famílias e protecção dos mais frágeis?


Um governo de esquerda hoje tem um desafio ainda maior: conseguir tudo isto com o condicionamento das regras europeias.


Nota-se um desconforto na dupla PSD/CDS e nos responsáveis de Bruxelas. É que Portugal foi apresentado pela CE e o eurogrupo como o exemplo do sucesso da austeridade. Revelar agora o falhanço do programa é tudo o que as instituições europeias querem evitar a todo o custo.

É por isso que não sabemos qual a verdadeira situação financeira do estado. E é por isso que não sabemos qual a verdadeira situação do nosso sistema financeiro. 


A dupla PSD/CDS pode até voltar a ser governo. Um governo de gestão. 

De qualquer modo, como disse o filósofo José Gil no mais recente "Prós e Contras", a mudança já está em movimento. Este movimento pode ser abafado agora, mas não vai parar, pois é a esperança, o futuro.

 

 

 

 

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publicado às 18:13

O que os nossos amigos gregos tiveram de suportar para conseguir passar a sua mensagem dentro da suposta união europeia...

Duas eleições e um referendo no espaço de 9 meses.

Um suspense infernal do Eurogrupo até ao último minuto.

Limitação de levantamentos diários no multibanco.

Prensados contra a parede para aceitar a fórmula falhada.

Instabilidade no parlamento, dissidências e clarificação.


A mensagem dos gregos: queremos continuar a pertencer à UE, manter-nos no euro, ter condições de uma economia equilibrada e saudável e de um futuro viável para os nossos filhos e netos.


A fórmula falhada que lhes foi imposta, assim como a todos os países intervencionados e aos outros países da eurozona em geral, considera as variáveis dos gregos impossíveis de contemplar. 

Pertencer à UE e à eurozona não permite uma economia equilibrada e saudável nem um futuro viável.

Pertencer à UE e à eurozona não permite sair da lógica financeira em que a economia serve para a alimentar.

Pertencer à UE e à eurozona não permite flexibilidade que respeite as diferenças e especificidades de cada país.

Pertencer à UE e à eurozona não permite qualquer tipo de negociação (ganha-ganha), só a capitulação (ganha-perde).


Os gregos são hoje a antecipação do que nos espera.

Os seus desafios de Hércules são os desafios que nos esperam.


A mensagem dos gregos está agora mais viva do que nunca: há um povo que acredita ser possível uma outra fórmula que conjuga o euro com crescimento económico equilibrado e sustentável.


Mesmo considerando os constrangimentos que o euro nos impõe, há outras fórmulas. Porque não debatê-las abertamente, saltando por cima das regras absurdas de tratados que aliás nunca foram respeitados? Porque não tentar desenhar e verificar cenários possíveis para os países da eurozona? Em colaboração e não em confronto e imposição? Respeitando as diferenças e especificidades de cada país? Com flexibilidade e rigor e não com rigidez?

 

 

 

 

 

 

publicado às 18:48

Como já disse aqui, a austeridade em nome da estabilidade da eurozona, revelou a fórmula: austeridade para pobres prosperidade para ricos.

Agora, na situação da Grécia, vemos revelada a seguinte fórmula: quem mais insiste na estabilidade é quem provoca a instabilidade. O mesmo é dizer: o obsessivo pelo controle é quem provoca o caos.


O FMI aparece sempre com relatórios tardios. Deve ser por isso que a lista dos países que ficaram melhor depois da sua intervenção seja esta.

Vimos Christine Lagarde a pressionar queremos o nosso dinheiro... a Grécia tem de apresentar mais medidas... e aquela do diálogo com adultos na sala... e agora, quando tudo já se complicou, vem o FMI apresentar um relatório que confirma o que o governo grego pediu? É para tentar compor o que ajudou a estragar?


Quem provoca mais instabilidade, caos e destruiçao? O sistema financeiro, os mercados, e quem defende a sua lógica: a banca, as corporações, os tecnocratas, os políticos, etc. Precisamente os que insistem na estabilidade, no controle, na austeridade.


Este clube utiliza uma argumentação sinuosa e falsa: é a ideologia... não querem cumprir o acordado... não querem fazer reformas...

Falso: não se trata de ideologia nenhuma, é a vida real das pessoas que está em causa.

Falso: o acordado é apenas a imposição do BCE, da CE e do FMI.

Falso: as reformas, as medidas, o ajustamento dirigiu-se à economia e ao trabalho, precisamente o que poderia pagar a dívida. Não se mexeu nos desequilíbrios (incluindo os provocados pelo euro), na grande fuga fiscal, nos paraísos fiscais, incluindo os da Europa, na desregulação dos mercados, na corrupção, na má gestão privada ou pública, precisamente naquilo que condiciona o futuro e que escraviza gerações.


Qual a lógica que irá prevalecer na Europa? A da finança ou a da economia? Vejamos o exemplo da Coreia do Sul.

Este é o debate actual, não é uma questão de ideologia.

 

 

 

 

 

 

publicado às 14:59

A cultura de violência financeira (d' A Vida na Terra, 19/05)

por Ana Gabriela A. S. Fernandes, em 19.05.15

Se alguém acreditou no slogan da propaganda eleitoral europeia "desta vez é diferente", já teve oportunidade de verificar que era mais uma grande mentira. Afinal, não é com vinagre que se apanham moscas (graças a Deus deixei de ser mosca).

Não só não é diferente como o BCE, a CE e o Eurogrupo ganharam novo fôlego no caminho do domínio da finança sobre a economia e os europeus, as tais pessoas do vídeo eleitoral.

Este caminho do domínio da finança está perfeitamente visível na humilhação da Grécia, esse processo abjecto em que Portugal colaborou activamente. Também aqui se verifica não apenas a distorção completa do que prometia a propaganda eleitoral como uma terrível violência contra todo um povo em apuros, as tais pessoas que se prometia ouvir e apoiar. Afinal, para estes tecnocratas quem são os europeus do vídeo eleitoral?


A violência na humilhação da Grécia, pelo BCE, a CE e o Eurogrupo, secundados pelo FMI, vai ter consequências imprevisíveis.

Há muitas formas de violência e esta, a financeira, efectuada à distância, de forma impessoal, fria, metálica, à séc. XXI. é tão destrutiva como as outras. Provocar a exclusão e espalhar a fome, por países da Europa e por novos guetos regionais, enquanto reembolsa os últimos trocos e os juros, é uma forma de violência abjecta.

Mas veja-se como a ministra das finanças de Portugal se comportou quando chegou ao "Olimpo dos Deuses" da nova Europa: perfeitamente enquadrada na cultura de violência financeira.


Uma resposta criativa deu-a uma jornalista que furou a segurança de Mr. Draghi para espalhar confetti sobre a sua "divina"cabeça.

 

 

 

   

 

publicado às 12:26

Presidente vs primeiro ministro (d' A Vida na Terra, 8 de Abril)

por Ana Gabriela A. S. Fernandes, em 12.04.15

Hoje ser Presidente em Portugal é muito mais atractivo do que ser primeiro ministro.

 

E porquê? Porque o próximo primeiro ministro que sair do bloco central partidário terá de seguir o guião e obedecer à cultura política dominante.

E qual é o guião? É o manual europeu dos credores e dos mercados.

E qual é a cultura política dominante? A que nos é tristemente revelada na assembleia da república. 

Os novos partidos que vemos emergir terão de se afirmar culturalmente sem complexos nem receios, e isso dá muito trabalho.


Já ser Presidente é mais interessante actualmente, trata-se de: representar um país, um povo, uma cultura; lembrar os valores essenciais expressos na Constituição; inspirar para a acção criativa e para o bem comum; identificar as oportunidades e possibilidades e activá-las a partir do seu papel de influência. Um/a candidato/a de acção e exemplo.

Finalmente, um/uma candidato/a que revelar gostar realmente de pessoas, de interagir com pessoas, e que se movimente à vontade, não apenas no seu grupo de referência mas em todos os meios culturais e sociais. 

 

 

 

 

publicado às 11:17


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